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03/01/2011


Escrito por Lillinda às 08h27
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29/04/2008

UTILIDADE

Doenças Infantis

 

As crianças são muito frágeis as doenças infecto contagiosas como a catapora e o sarampo, por exemplo. Isso ocorre porque o sistema de auto defesa do corpo, também chamado de ‘sistema imunológico’ ainda não está totalmente desenvolvido. Por isso, essas doenças são chamadas de ‘doenças infantis’ ou ‘doenças da infância’, que se desenvolvem quando o sistema imunológico, ainda não é capaz de combatê-las.
Por isso é muito importante estar preparado contra essas doenças antes que elas apareçam. Para isso é necessário conhecer a doença e prevenir com a vacina indicada. Tenha sempre atualizado o cartão de vacinação.
Agora, vamos conhecer um pouco sobre essas ‘inimigas invisíveis’ e como nos fortalecer contra elas.

CUIDA COM CARINHO DO SEU FILHINHO...

BEIJINHOS... LILLIAN.


Escrito por Lillinda às 19h39
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19/04/2008

A MONSTRUOSIDADE NA MORTE DE ISABELLA

JOGÁ-LA PELA JANELA PARA ENCOBRIR FATOS ANTERIORES, FOI UM ERRO.

O CASAL ESQUECEU DA PERÍCIA TÉCNICA E QUE ATRAVÉS DELA, TUDO PODE SER ESCLARECIDO.

E ASSIM FOI... INDICIÁ-LOS É O MÍNIMO... JUSTIÇA SERÁ O MÁXIMO.

 

 


Escrito por Lillinda às 05h37
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06/04/2008

MUITO LINDO O TATU-BOLA... EM EXTINÇÃO... PRESERVÊ-O... DEPOIS SÓ NOS LIVROS.


Escrito por Lillinda às 16h12
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PARECEM OLHOS, O FRUTO DO GUARANÁ. BELEZA DA NATUREZA.


Escrito por Lillinda às 16h10
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28/03/2008

DENGUE

DECRIÇÃO
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda e pode ser de curso benigno ou grave, dependendo da forma como se apresente: infecção inaparente, dengue clássico (DC), febre hemorrágica da dengue (FHD) ou síndrome de choque da dengue(SCD)

MODO DE TRANSMISSÃO
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti infectado com o vírus da doença. Este mosquito constuma picar durante o dia, principalmente no início da manhã e no final da tarde.

SINTOMAS
Os sintomas da degue são febre, dor de cabeça, dor de cabeça e atraz dos olhos, (semelhante ao princípio de uma gripe). Quem estiver com dengue poderá apresentar dor nas juntas e manchas vermelhas na pele.

O QUE FAZER FRENTE A ESTES SINTOMAS?
Ao perceber um ou mais dos sintomas acima descritos, imediatamente procure o posto de saúde mais próximo(do seu bairro se tiver). Não tome medicamentos a base de acido acetil salicílico como AAS, ASPIRINA, MELORAL etc. Tome bastente líquido.

COMO PODEMOS EVITAR A DENGUE?
O combate à dengue tem que fazer parte de nosso dia-a-dia. Não pdemos relaxar. Os ovos do mosquito continuam vivos por até uma ano. A melhor forma de evitar a doença é impedindo a reprodução do mosquito. Para isto, devemos impedir o acúmulo de água nos locais onde ele gosta de colocar seus ovos, com pneus, latas, garrafas plásticas, vasos de planta, caixas d'água destampadas, piscinas não tratadas, entre outros.


Escrito por Lillinda às 11h49
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Escrito por Lillinda às 11h42
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Escrito por Lillinda às 11h35
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21/03/2008

BEIJOS MEUS.

LI.


Escrito por Lillinda às 06h22
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04/03/2008

A Maçã (Sib),
de Samira Makhmalbaf (Irã/França, 1998)

O primeiro plano do filme não poderia ser mais revelador de todo contexto do filme. Uma flor precisa ser regada, e uma mão do alto do plano tenta jogar água de uma caneca, mas há algum impedimento (fora de campo) que faz com que apenas um bocadinho de água consiga realmente chegar a seu objetivo. De fato, A Maçã será a tentativa de fazer com que essa flor possa ser regada livremente, que a mão que rega a planta possa ter toda a liberdade. Um filme contra os entraves da liberdade? Também. O primeiro filme de Samira Makhmalbaf surpreende menos pelo formato (mistura documentário-ficção comum nos filmes do seu pai, Mohsen Makhmalbaf, mas originalmente criada por Abbas Kiarostami a propósito do pouco conhecido Close-Up) do que pela sutileza com que ela mostra seus personagens, com o intrincado e um tanto insólito desenrolar dos acontecimentos.

A história da qual o filme parte nos é dita logo no começo do filme: um pai prende suas duas filhas em casa porque a mãe é cega. A partir de um abaixo-assinado organizado pelos vizinhos, o assunto passa a ser conhecido pelos jornais e pelas autoridades. Uma assistente social é designada para fazer com que os pais respeitem as definições da justiça: que às meninas seja dada a liberdade. O que no começo parece pura idiossincrasia paterna vai aos poucos se revelando como uma complicada teia de preconceitos, fanatismo e jogos de poder. Primeiro vemos a justificação filosófica para mantê-las presas: diz o Livro que as meninas são como pétalas de flor que se desmancham em contato com o Sol. Depois, mais tarde, o verdadeiro motivo: o domínio da mulher, cega, mas que aparece como a verdadeira força (do mal) oculta no filme, uma força sem cara (ela aparece sempre encapuzada), para defender o antigo modelo, em contraposição ao novo modelo, defendido pela assistente social. Poderia-se dizer que A Maçã é um filme feminista? Parece que não. O filme é, isso podemos dizer, um assunto de mulheres. De fato, elas são tudo que move o filme, e os homens (o pai e o vendedor de sorvetes) estão na história apenas como atualizadores de um sistema.

Mas há em A Maçã uma beleza bruta, desconhecida. Beleza documental, uma função-Freaks (o filme de Tod Browning): vemos as meninas embrutecidas pelo tempo de clausura — elas não falam direito (quase uivam!), se movimentam estranhamente, não sabem utilizar o dinheiro... Mas há algo que humaniza-as em primeira instância (e aí a função parece se confirmar), imediatamente. É o sorriso delas, o gosto de conseguir sair pela rua, de brincar selvagemente com as meninas mais ricas, de comer as maçãs resultantes de sua primeira compra...

Fala-se muito de uma suposta ingenuidade do cinema iraniano, de uma suposta sinceridade documental que é comum a todos os filmes iranianos. Não se poderia imaginar mais bobagem! Se certos filmes do Irã realmente assumem a forma lógica e estética de certos filmes do neo-realismo (Ladrões de Bicicleta, por exemplo), como O Jarro e Gabbeh, o grosso dos cineastas iranianos trabalha com o contrário da verdade, com a mentira. A reconstituição, figura clichê do cinema americano, torna-se no cinema do Irã um escalonamento de planos de interpretação possíveis (em A Maçã, os fatos realmente ocorreram e os protagonistas são os mesmos na realidade e na ficção), o cinema iraniano pode tornar-se um cinema da crueldade (Salve o Cinema) ou um cinema nitidamente voltado para a mentira como principal modelo para chegar à verdade (Kiarostami). A Maçã é um digno representante desse cinema, um primeiro momento de uma diretora que promete dar altos passos.

Ruy Gardnier


Escrito por Lillinda às 18h13
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24/02/2008

Pudim
4 ovos inteiros
1 lata de leite - 395g
2 medidas (lata) de leite
 
Ligue o forno em temperatura média (180 ºC).
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata muito bem, até ficar bem homogêneo.
Deixe descansando, enquanto prepara a calda de caramelo.
Coloque uma caneca com água para ferver, para fazer o banho-maria.

Calda de caramelo - xícara de 200ml!
1 1/2 xícaras (chá) de açúcar
¾ de xícara (chá) de água

Coloque o açúcar e a água numa panela, leve ao fogo alto, e mexa até os grãozinhos de açúcar derreterem. Pare de mexer, limpe as paredes da panela com um pincelzinho molhado em água e deixe ferver, não mexendo mais, até atingir a cor de caramelo. Eu prefiro um caramelo mais clarinho, pois se ficar um tantinho a mais no fogo, a calda ficará amarga.

Desligue o fogo e coloque o caramelo numa forma de pudim - de buraco no meio. Com a ajuda das costas de uma colher, espalhe o caramelo por toda a forma.

Despeje a mistura do liquidificador na forma de pudim já caramelizada. Cubra com papel alumínio.

Pegue uma assadeira, coloque um pano de cozinha - eu coloco 2 folhas de papel toalha, coloque uma fatia de limão - para não pretejar a assadeira nem a forma do pudim, leve ao forno aquecido e coloque a água fervendo. Coloque então a forma de pudim já fechada com o papel alumínio na assadeira com água. Asse por aproximadamente 1 hora e meia.
Após 1 hora de cozimento, abra o forno, retire o papel alumínio e espete uma faca, delicadamente, no pudim. Se a lâmina sair seca, o pudim já está pronto. Mas se sair molhadinha, o pudim deve ficar mais meia hora no forno. Volte a colocar o papel alumínio no pudim e certifique-se de não faltar água do banho-maria, caso seja necessário, acrescente água quente.
Quando o pudim estiver pronto, retire do forno e deixe esfriar apoiado numa grade.
Quando estiver frio, leve à geladeira com cuidado e deixe gelar por 1 hora.

Retire o pudim da geladeira, coloque um prato por cima da forma e vire com cuidado.
Mantenha na geladeira até a hora de servir.

Passe o prato para eu servir, por favor... gargalhadas... Fácil, não?!!


Escrito por Lillinda às 06h34
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ULALÁ... ISSO É MUITO BOM! QUENTINHA COM UMA COCA-COLA GELEDINHA. DÁ ÁGUA NA BOCA, NÉ?!! RISOS... PODE PEGAR UMA, JURO QUE NÃO VOU LIGAR.


Escrito por Lillinda às 06h25
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KHALIL GIBRAN - PENSAMENTOS*

"Dizeis: darei só aos que precisam. Mas os vossos pomares não dizem assim; dão para continuar a viver, pois reter é perecer."

O amigo é a resposta aos teus desejos. Mas não o procures para matar o tempo! Procura-o sempre para as horas vivas. Porque ele deve preencher a tua necessidade, mas não o teu vazio.

Todo o trabalho é vazio a não ser que haja amor.

Trabalho é amor tornado visível.

A música é a linguagem dos espíritos. *A dança liberta a alma das pressões cotidianas. Por isso amo dançar!*

Cada vez mais desesperadamente o homem procura dilatar o tempo que já não tem.

Uma voz não pode transportar a língua e os lábios que lhe deram asas. Deve elevar-se sozinha no éter.

O casamento é a vida ou a morte, não existe meio termo.

Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria.

GIBRAN, TUDO QUE É SEU É LINDO! ISHALÁ...


Escrito por Lillinda às 06h21
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DOCINHO QUE FAZ BEM. AMO QUINDIM, DESDE O VENTRE QUENTINHO DE MÃE.

QUER UM PEDACINHO? BEIJINHOS AÇUCARADOS... LILLINDA.


Escrito por Lillinda às 06h10
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A fera

Desenhado nos trilhos do tempo,
Fundido em ferro e escuridão,
E destilado no afeto da brasa,
Esta pleno em força, o animal carniceiro
Que vive em mim.
Arquiteta fugas e rebeliões nos cárceres do peito
Estabelece combates sem regras em fúria de fera.
Todos os dias aos berros
Crava-me suas garras metálicas por dentro.
A alma sangra invisível nas ruas becos cidades
Agonia, lucidez e luta.
Cativeiro meu sem fim

*Marko Andrade*

Do meu migo poeta lindo. Te adoro, MarKo.


 


Escrito por Lillinda às 06h04
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